test
Tweetar
Mostrando postagens com marcador
Globo Livros
.
Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador
Globo Livros
.
Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
Declínio e Queda do Império Otomano (Alan Palmer)
Sinopse
O renomado historiador inglês Alan Palmer explica os motivos que levaram ao fim um dos maiores impérios da Idade Moderna." Declínio e queda do Império Otomano", um dos trabalhos mais importantes do historiador inglês Alan Palmer, ganha edição pela Coleção História da Globo Livros. Apoiado em extensa pesquisa, Palmer foge das leituras óbvias e refaz toda a trajetória do Império Otomano para explicar o que deu errado no projeto de poder global dos sultões de Constantinopla. Um império não se faz da noite para o dia. E muito menos termina. De 1299 a 1923, o Império Otomano se espalhou e influenciou três grandes regiões — Leste Europeu, Oriente Médio e Norte da África — sob o comando de uma longa linhagem de sultões sediados em Constantinopla (a atual Istambul). Formado a partir do século XIII em uma lacuna histórica entre o fim dos impérios Greco-Romano e Bizantino e a gestação dos novos europeus (Portugal, Espanha, Inglaterra e França), o Otomano teve uma Idade de Ouro que durou cerca de dois séculos e ficou conhecido tanto pela brutalidade nas batalhas quanto por lidar com culturas diferentes sem necessariamente subjugá-las. Mas como um império tão grande, que comandou mais de 15 milhões de pessoas, perdeu seu poder? Como sempre acontece, e Palmer discorre sobre isso em minúcias, o Império Otomano semeou as tempestades que acabariam por destruí-lo. Uma delas foi o fato de terem fechado a passagem terrestre para as especiarias orientais, o que fez Portugal e Espanha “descobrirem” a América. Outra é que os povos conquistados mantiveram suas próprias atividades econômicas e com o passar do tempo os sultões foram
recebendo menos e menos dinheiro.
Editora:
Globo Livros
Publicado em: 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Filhos do Jacarandá (Sahar Delijani)
Sinopse
Em 1983, uma menina chamada Neda nasce dentro de uma prisão em Teerã, capital do Irã. Sua mãe é uma prisioneira política que só consegue cuidar da filha recém-nascida por alguns meses antes que ela seja levada, à força, para longe de seu convívio. Neda é uma personagem fictícia de Filhos do jacarandá, primeiro romance escrito por Sahar Delijani, mas sua história se mescla com a da própria autora, que passou seus primeiros 45 dias de vida na penitenciária de Evin, na capital iraniana. "Filhos do Jacarandá" conta a história de três gerações de homens e mulheres inspirados pelo amor e pelo idealismo, que perseguem sonhos de justiça e liberdade. É um tributo às crianças da revolução, segundo a autora. “Muitas pessoas acabaram sendo aprisionadas pelo novo regime, e os filhos do título são os filhos delas – crianças que nasceram no período pós-revolução e foram educadas por seus avós, tios e tias, já que seus pais estavam na cadeia”. É um livro que trata de repressão política, mas que também revela como fortes laços familiares não são desfeitos nem nas piores circunstâncias.
Editora:
Globo Livros
Publicado em: 2013
Postagens mais antigas
Página inicial
Assinar:
Postagens (Atom)