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quinta-feira, 28 de junho de 2018

Ginebra (Silvia Hopenhayn)









Sinopse
Novela del exilio con reminiscencias punk, novela de soledades y lenguas entrelazadas, Ginebra explora las vetas de la memoria de una niña de 13 años que debe huir del país con su padre y aterriza en una ciudad extraña que, a pesar de lo incierto, le abre un mundo de posibilidades. Allí conocerá a Jo Haydn, coleccionista de uñas, hija del responsable del simulacro del big bang, huérfana de madre suicida. También a Oli Dusex, con quien tendrá su primera relación sexual y lo fortuito de su pérdida. El cuarteto se completa con Amo-a-quien-me-ame, una joven drogadicta, dueña de una motocicleta rosa de vetas plateadas que la protagonista roba, desconociendo las gozosas y nostálgicas consecuencias. Estos cuatro jinetes posapocalípticos giran alrededor del lago, como agujas de un reloj sumergido, dando rienda suelta a sus deseos y miedos, apurando la vida en una ciudad con huellas de Jorge Luis Borges y gusto a chocolate, nieve y soledad. ¿Cómo se establecen los vínculos más arraigados en la adolescencia? ¿Cuánto de la lengua permite ligarnos, perdernos, equivocarnos, renacer? ¿Qué es lo propio sino la pérdida? Porque así como el exilio puede ser una condena, el encuentro con lo distinto puede convertirse en la travesía de la sorpresa.













Editora: Alfaguara












Publicado em: 2018














quarta-feira, 6 de julho de 2016

Fin (Fernanda Torres)








Sinopse da 
edição brasileira
O livro conta a história de um grupo de cinco amigos cariocas. Eles rememoram as passagens marcantes de suas vidas: festas, casamentos, separações, manias, inibições, arrependimentos. Álvaro vive sozinho, passa o tempo de médico em médico e não suporta a ex-mulher. Sílvio é um junkie que não larga os excessos de droga e sexo nem na velhice. Ribeiro é um rato de praia atlético que ganhou sobrevida sexual com o Viagra. Neto é o careta da turma, marido fiel até os últimos dias. E Ciro, o Don Juan invejado por todos - mas o primeiro a morrer, abatido por um câncer. São figuras muito diferentes, mas que partilham não apenas o fato de estar no extremo da vida, como também a limitação de horizontes. Sucesso na carreira, realização pessoal e serenidade estão fora de questão - ninguém parece ser capaz de colher, no fim das contas, mais do que um inventário de frustrações. Ao redor deles pairam mulheres neuróticas, amargas, sedutoras, desencanadas, descartadas, conformadas. Paira também um padre em crise com a própria vocação e um séquito de tipos cariocas frutos da arguta capacidade de observação da autora. Há graça, sexo, sol e praia nas páginas de "Fim". Mas elas também são cheias de resignação e cobertas por uma tinta de melancolia. Humor sem superficialidade, lirismo sem cafonice, complexidade sem afetação, densidade sem chatice: de que mais precisa um romance para dizer a que veio?













Editora: Alfaguara












Publicado em: 2016














quinta-feira, 30 de outubro de 2014

quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Fala, Memória (Vladimir Nabokov)







Sinopse
O livro traz à tona uma série de lembranças sutis, e tornam este obra uma das autobiografias mais originais e marcantes da literatura contemporânea. Por meio das lentes de Nabokov — que reforçam a cor de cada uma de suas lembranças e distorcem a passagem do tempo — vemos o despertar de uma criança para o mundo, e acompanhamos uma viagem ao cerne de sua vida interior. Com um texto primoroso, seguimos o autor por meio de linhas narrativas subterrâneas que se encontram inesperadamente, numa jornada pessoal em meio a lances radicais da história no século XX, com todos os seus sofrimentos e suas conquistas. "Fala, Memória" é um dos livros imprescindíveis de Nabokov, que transcende o simples aspecto autobiográfico. Em grandes linhas temáticas, que se intercalam ao logo da narrativa, ele aos poucos traça aspectos cruciais de uma vida inevitavelmente ligada aos grandes eventos históricos do século XX. A autobiografia, publicada pela primeira vez em 1951 com o nome "Evidência Conclusiva", foi extensivamente revisada pelo autor e republicada em 1966 com o título atual. Esta nova edição contém também um apêndice, o “Capítulo dezesseis”, uma pseudorresenha escrita por Nabokov em 1950 e só agora publicada no Brasil.









Editora: Alfaguara









Publicado em: 2014










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